
Esse blog foi criado como objeto de avaliação da disciplina de História do CMPA para o 2º Ano/EM (2007). O assunto que escolhi para abordar neste blog é sobre cosméticos, o que não impede que outros assuntos sejam abordados.
A história dos cosméticos coincide com a história da humanidade. Provavelmente os homens pré-históricos praticavam a pintura corporal para prováveis identificações sociais. 



Época Napoleônica (antes e durante): Durante a Revolução Francesa, o uso de perfumes voltou, não só por estética, mas por necessidade. As maquiagens eram usadas em grande escala pelos nobres para ostentar riqueza e tentar coagir quem não fosse nobre, tudo em vão. A imperatriz Joséphine gastou tudo o que podia, e Napoleão abusava das águas de colônia.

SÉCULO XIX: Após a Revolução, quando o Romantismo realmente toma conta, há uma busca de personalidade, procura-se fragrâncias suaves e descartam-se uso de cosméticos, para mostrar a verdadeira beleza. Ao contrário da França, o Parlamento inglês condenava o uso de cosméticos, considerando-a mulher que os usasse indecente e falsa (por tentar aparentar qeum ela não é). O noivo ou marido tinha direito de cortar relacionamento com essas mulheres. Isso se relaciona com o padrão de vida dos ingleses, que buscavam cada vez mais o seu “eu”, voltando-se cada vez mais para suas necessidades. Além disso, tudo que suscitasse sensualidade era excluído da sociedade, pois a sociedade inglesa se tornava cada vez mais conservadora.
Na França, apesar de não ser conservadora como a Inglaterra, os cosméticos não eram tão usados pela própria questão, já citada, do Romantismo. Entretanto, com o início do capitalismo industrial e financeiro e a criação do consumidor, a indústria incutiu os cosméticos como necessidades básicas, aliados à “indústria dos bons modos”. Existe aí um ponto muito importante: o avanço da indústria química, que possibilitou a fabricação de produtos mais seguros para a saúde, além da obtenção de produtos sintéticos (essências sintéticas para perfumes e sabonetes, derivados de petróleo, tensoativos sintéticos e emulsões estabilizantes). Assim, por volta da metade desse século, foi estabelecida a ciência Cosmetologia, como área específica da farmácia, sendo apresentada, não só para embelezar, mas também para terapia. Os cosméticos, nesse século, não foram só uma ciência, mas também instrumentos de arte, em que os quadros eram as pessoas. Além disso, eles se tornaram bens de consumo, com uma ajuda da invenção de tubos descartáveis.
Como já foi dito, a França era observada por todas as nações, devido às suas revoluções e suas correntes filosóficas, que acabaram se disseminado pelo mundo. A indústria se aproveitou disso para exportar modos e costumes, entrando aí o envolvimento dos cosméticos. Isso é muito importante para entender o que faz os perfumes, cremes e maquiagens franceses tão bem vistos.
Por enquanto, é isso. A história do perfume se confunde com a dos cosméticos, por isso, não encontrei a necessidade de separá-los.

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